Pós-Graduação

Design de Jogos e Interatividade

Modalidade

100% EAD

Início das aulas

01/07/2026

Duração

12 Meses

Carga horária

360 Horas

Se formou na Belas Artes?

Usando o cupom BAWEEK

Condições já aplicadas na tabela abaixo. Aproveite, pois é por tempo limitado!

Valor do curso R$12.000,00*
Matrícula R$500,00* e o restante de acordo com o plano escolhido
OpçãoParcelas Mensais e ConsecutivasParcela a ser pagaValor Final
A24R$ 479,17*R$ 11.500,00*
B18R$ 638,89*R$ 11.500,00*
C12R$ 958,33*R$ 11.500,00*
DÀ vistaR$ 11.500,00*R$ 11.500,00*

*Valores referentes ao 1º semestre de 2026 (sujeito a alteração)

*Datas e horários sujeitos a alterações por conta de feriados e recessos. Consulte o calendário na íntegra aqui.

Sobre o curso

A Pós-graduação Lato Sensu EAD Design de Jogos e Interatividade foi concebida para formar profissionais capazes de compreender e orientar decisões de design em experiências interativas, nas quais o usuário deixa de ser apenas leitor ou espectador e passa a ser agente. Jogos e sistemas interativos constituem hoje um campo estratégico que atravessa entretenimento, educação, treinamento, comunicação e produtos digitais. Nesse contexto, o design precisa integrar narrativa, regras, interface, feedback, ritmo, motivação e consistência, sustentando experiências claras, envolventes e responsáveis.

OBJETIVOS DO CURSO

Formar profissionais capazes de compreender, integrar e avaliar decisões de design de jogos e interatividade, articulando método, pesquisa com usuários, critérios de experiência, prototipagem, linguagem visual e consistência por design system, conectando interatividade à lógica de produtos digitais com responsabilidade.

A quem se destina

Indicado para:

  • Designers e profissionais de comunicação visual interessados em interatividade e jogos;
  • Profissionais de UX/UI e produto digital que desejam ampliar repertório para sistemas interativos;
  • Profissionais de educação, cultura e treinamento corporativo que atuam com experiências interativas;
  • Profissionais de audiovisual e motion que desejam integrar linguagem dinâmica a experiências interativas;
  • Profissionais que atuam ou desejam atuar na indústria de jogos e entretenimento;
  • Empreendedores e profissionais da economia criativa interessados em experiências interativas e produtos digitais.

Usando o cupom BAWEEK

Condições já aplicadas na tabela abaixo. Aproveite, pois é por tempo limitado!

Valor do curso R$12.000,00*
Matrícula R$500,00* e o restante de acordo com o plano escolhido
OpçãoParcelas Mensais e ConsecutivasParcela a ser pagaValor Final
A24R$ 479,17*R$ 11.500,00*
B18R$ 638,89*R$ 11.500,00*
C12R$ 958,33*R$ 11.500,00*
DÀ vistaR$ 11.500,00*R$ 11.500,00*

*Valores referentes ao 1º semestre de 2026 (sujeito a alteração)

DISCIPLINAS

DISCIPLINASHORAS

Raízes da criação e inovação. A narrativa da inovação. Dinâmicas culturais da inovação e do risco. Gestão de empreendimentos na Economia Criativa. Resiliência e inovação: aprendizagem, adaptação e o fracasso. Conceitos fundamentais de empreendedorismo. Impacto das novas tecnologias e as tendências do mercado, com foco na sustentabilidade e no impacto social dos negócios. Empreender com criatividade, intuição e ética em um mundo algorítmico.
Fundamentos da liderança contemporânea. Modelos de Taylor e Fayol. Desenvolvimento de equipes. dinâmica de grupos e estágios de Tuckman.Comunicação estratégica e interpessoal como cultura de alto desempenho. Escuta ativa, storytelling, feedback contínuo, coaching, mentoring e políticas de flexibilidade. Fontes de conflito. Mediação e negociação colaborativa. Métodos participativos de decisão. Liderança orientada a dados em contextos híbridos e remotos. Indicadores de produtividade (KPIs, OKRs, eNPS). Dashboards de people analytics. Saúde mental e práticas de reconhecimento por impacto como motores de melhoria contínua e performance sustentável.
Formulação de problemas de pesquisa. Ciclo científico e paradigma da pesquisa aplicada. Fundamentos filosóficos e epistemológicos. Stakeholders e delimitação semântica do problema. Estratégias de busca e revisão de literatura. Gestão e normalização de referências. Delineamentos de pesquisa (quantitativos, qualitativos, métodos mistos). Amostragem. Construção e adaptação de instrumentos. Validação, confiabilidade e ética em pesquisa. Protocolos de coleta de dados. Análise estatística e análise qualitativa. Visualização, interpretação e narrativa de dados. Estruturação do Projeto Integrado.
Estudo dos fundamentos conceituais e críticos do Design Thinking como abordagem para compreender problemas complexos, produzir sentido e orientar decisões centradas em pessoas sob incerteza. Design Thinking como modo de pensar: empatia informada, definição de problema, geração de alternativas, seleção criteriosa e aprendizagem iterativa. Discussão das origens e pressupostos: pensamento abdutivo, foco em necessidades humanas, experimentação controlada e colaboração interdisciplinar. Leitura de contexto e stakeholders: interesses, assimetrias, restrições e impactos. Conceitos de evidência em nível conceitual: diferença entre opinião, hipótese e dado; vieses cognitivos; riscos de generalização. Formulação de problemas: recorte, premissas, critérios de sucesso e trade-offs. Ideação e criatividade com método: divergência e convergência, critérios de avaliação, coerência com valor e viabilidade. Avaliação e aprendizagem: sinais de qualidade, validação conceitual, tomada de decisão e governança do processo. Limites e críticas do Design Thinking
Estudo dos fundamentos conceituais e críticos do Design de Jogos como campo que integra experiência do jogador, sistemas de regras, objetivos, feedback, narrativa e dinâmica social. Conceitos essenciais: jogo, brinquedo, “gameplay”, loop de jogo, mecânicas, dinâmica, estética da experiência, agência, desafio e progressão. Noções de psicologia da motivação e engajamento (atenção, recompensa, competência, autonomia e pertencimento) aplicadas à experiência lúdica. Estruturas de regras e balanceamento em nível conceitual: risco e recompensa, curvas de dificuldade, economia interna, escolhas significativas, incerteza e habilidade. Construção de narrativa e mundo de jogo como suporte de sentido: personagem, conflito, jornada, ambientação e coerência. Design de interfaces e comunicação no jogo: onboarding, tutorialização conceitual, affordances, legibilidade, feedback e acessibilidade. Tipologias e gêneros de jogos (analógicos e digitais) e suas convenções. Ética e responsabilidade: manipulação, vício, monetização, representatividade, privacidade e impactos sociais. Análise crítica de casos e aplicação de critérios para decisões de design coerentes com público, plataforma e propósito.
Estudo dos fundamentos conceituais e críticos do Design de Produtos Digitais como campo que integra necessidades humanas, estratégia, experiência do usuário, informação, interação e governança do produto ao longo do tempo. Conceitos de produto digital, proposta de valor, público, contexto de uso e qualidade percebida. Princípios de design centrado no humano: problemas, jornadas, modelos mentais e critérios de sucesso. Arquitetura da informação e design de interação: hierarquia, navegação, consistência, feedback, prevenção de erro e clareza. Noções de pesquisa e evidência em nível conceitual (qualitativa e quantitativa), com leitura crítica de dados, métricas e vieses. Padrões e sistemas de design: consistência, escalabilidade e coerência entre componentes. Acessibilidade e inclusão como requisitos estruturais do produto. Ética e responsabilidade: privacidade, segurança, persuasão, dark patterns, transparência e impactos sociais. Avaliação crítica de produtos digitais e tomada de decisão fundamentada, considerando trade-offs entre experiência, negócio e restrições técnicas/organizacionais.
Estudo dos fundamentos conceituais de wireframes e prototipagem como linguagens de pensamento, comunicação e redução de risco em design de interfaces, produtos e serviços digitais. Diferenças entre wireframe, mockup e protótipo; níveis de fidelidade (baixa, média e alta) e critérios de escolha conforme objetivo (explorar, alinhar, explicar, avaliar). Estruturação de fluxos e tarefas: objetivos do usuário, sequência de ações, estados do sistema e pontos de decisão. Arquitetura de tela: hierarquia de informação, padrões de interface, navegação e consistência. Prototipagem como simulação de interação: feedback, previsibilidade, prevenção de erro e clareza. Noções de prototipagem para diferentes propósitos (comunicação interna, validação conceitual, alinhamento com stakeholders, avaliação de usabilidade), sem enfoque operacional em software. Acessibilidade e inclusão como critérios desde o wireframe (legibilidade, estrutura, estados, linguagem). Ética e responsabilidade: evitar manipulação, dark patterns e promessas visuais enganosas. Avaliação crítica de wireframes e protótipos com base em critérios de clareza, coerência, esforço e confiança.
Estudo dos fundamentos conceituais e críticos de Motion Graphics como linguagem audiovisual que articula design gráfico, tempo, ritmo, movimento e som para comunicar informações e construir narrativa. Princípios de movimento: timing, easing (noções), antecipação, continuidade, hierarquia temporal e atenção guiada. Motion como comunicação: reforço de significado, transições, estados, explicação de processos e visualização dinâmica de dados. Relação entre forma e tempo: composição em movimento, legibilidade em tela, densidade informacional e “respiração” narrativa. Tipografia cinética (kinetic typography) e sistemas visuais em animação: consistência, repetição, variação controlada e identidade de marca. Noções de pipeline conceitual: intenção, roteiro/estrutura, storyboard conceitual, ritmo, estilo e coerência, sem foco em ferramentas. Som e áudio como suporte de percepção (noções): sincronização, ênfase e atmosfera. Acessibilidade e inclusão: legibilidade, contraste, ritmo adequado, alternativas e cuidado com estímulos. Ética e responsabilidade: persuasão, manipulação, desinformação e integridade visual. Análise crítica de peças e construção de critérios para avaliação de motion em diferentes contextos (institucional, educativo, publicitário, UI/UX).
Estudo dos fundamentos conceituais e críticos do design gráfico aplicado a meios digitais, com foco em comunicação visual, legibilidade em tela e consistência de sistemas. Princípios de percepção visual e leitura: hierarquia, contraste, alinhamento, proximidade, repetição, ritmo e equilíbrio. Tipografia digital: legibilidade, escalas, espaçamento e escolhas tipográficas adequadas a diferentes contextos (mobile, desktop e multimídia). Cor e imagem no ambiente digital: contraste, acessibilidade, significado cultural, coerência de marca e integridade visual. Composição e grid para interfaces e peças digitais: estrutura, respiro, densidade informacional e fluxo do olhar. Identidade visual no digital: sistema de componentes, padrões, variações e consistência multicanal. Noções de motion e microinterações em nível conceitual como reforço de feedback e narrativa (sem enfoque técnico). Acessibilidade e inclusão como critérios estruturais (contraste, legibilidade, redundância de sinais). Avaliação crítica de peças e sistemas digitais, com critérios de clareza, coerência, adequação ao público e responsabilidade comunicacional.
Estudo dos fundamentos conceituais e críticos do Design de Experiência como campo que articula percepção, cognição, emoção, comportamento e contexto na relação entre pessoas e sistemas (produtos, serviços, ambientes e interfaces). Conceitos de experiência, usabilidade, utilidade, desejabilidade, valor percebido e qualidade percebida. Perspectivas centradas no humano: necessidades, motivações, expectativas, modelos mentais e jornada. Arquitetura da experiência em múltiplos pontos de contato (touchpoints): consistência, coerência e continuidade ao longo do tempo. Noções de pesquisa e evidência em nível conceitual (qualitativa e quantitativa) para compreender usuários e avaliar hipóteses, com ênfase em leitura crítica de dados e limites de inferência. Princípios de desenho de interação e informação: hierarquia, feedback, controle, previsibilidade, acessibilidade e inclusão. Avaliação crítica de experiências e dilemas éticos: privacidade, persuasão, vício, vieses, manipulação, dark patterns e responsabilidade social. Integração com estratégia e negócio: proposta de valor, satisfação, confiança, fidelização e reputação. Análise de casos e construção de critérios para decisões consistentes em diferentes contextos (digital, serviços e espaços).
Estudo dos fundamentos conceituais e críticos da pesquisa com usuários como abordagem para compreender necessidades, contextos, comportamentos e percepções que orientam decisões em design de produtos, serviços e experiências. Diferenças entre pesquisa exploratória, descritiva e avaliativa; qualitativa e quantitativa; e entre evidência, hipótese e opinião. Planejamento de pesquisa em nível conceitual: objetivos, perguntas, recorte, amostragem (noções), ética e riscos. Técnicas qualitativas: entrevistas, observação, diário e grupos (noções), com ênfase em vieses, condução e qualidade do dado. Técnicas quantitativas: surveys, indicadores comportamentais e experimentos simples (noções), com limitações de interpretação e risco de causalidade indevida. Análise e síntese: padrões, temas, insights, triangulação e transformação de achados em implicações de decisão (sem prescrever execução). Comunicação de pesquisa: clareza, narrativa, evidência e recomendação responsável; limites e incertezas. Ética e responsabilidade: consentimento, privacidade, vulnerabilidade, não manipulação e transparência. Avaliação crítica de pesquisas e decisões baseadas em dados, com ênfase em integridade metodológica.
Estudo dos fundamentos conceituais e críticos de Design Systems como abordagem para garantir consistência, qualidade e escalabilidade de experiências digitais por meio de princípios, padrões, linguagem visual e governança. Conceitos essenciais: sistema, componentes, padrões, tokens (noções), guidelines, consistência e variação controlada. Relação entre identidade visual, design de interação e arquitetura da informação no contexto sistêmico. Estrutura conceitual de um design system: fundamentos (cor, tipografia, espaçamento), componentes (botões, campos, navegação), padrões (formulários, estados, feedback) e orientações de uso. Acessibilidade e inclusão como requisitos estruturais do sistema, não como ajustes finais. Integração organizacional: colaboração entre design, produto, conteúdo e tecnologia; alinhamento de critérios e tomada de decisão. Governança: papéis, responsabilidades, processo de mudança, versionamento (noções) e prevenção de fragmentação. Métricas e sinais de maturidade: consistência percebida, redução de retrabalho, qualidade, velocidade com segurança e redução de erros. Ética e responsabilidade: padrões que evitam manipulação, reforçam transparência e protegem o usuário. Análise crítica de casos e construção de critérios para avaliação e evolução de design systems em contextos reais.

** As disciplinas optativas garantem um enriquecimento de conhecimento e currículo ao aluno que, além das disciplinas obrigatórias, irá optar por mais 2 disciplinas de outros cursos da Pós-Graduação.

carga horária: 360 horas

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Carga horária

360 Horas

Duração

12 Meses

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