Estudo dos fundamentos conceituais e críticos do Design Universal (Universal Design) como abordagem para criar produtos, serviços, ambientes e comunicações utilizáveis pelo maior número possível de pessoas, sem necessidade de adaptação posterior, considerando diversidade humana, contextos e limitações temporárias ou permanentes. Conceitos essenciais: diversidade, variabilidade, equidade, barreiras e capacitismo (noções). Princípios clássicos do Design Universal e sua aplicação como critérios de decisão: uso equitativo, flexibilidade, simplicidade, informação perceptível, tolerância ao erro, baixo esforço físico e dimensão/alcance apropriados. Relações com acessibilidade, design inclusivo e usabilidade, distinguindo escopos e limites. Barreiras em diferentes dimensões: sensoriais, motoras, cognitivas, comunicacionais e contextuais (conexão, ruído, estresse, tempo, letramento). Design de informação e comunicação acessível: clareza, redundância de sinais, linguagem e estrutura. Acessibilidade em ambientes digitais (noções): contraste, legibilidade, navegação, consistência, feedback e alternativas equivalentes. Ética e responsabilidade: dignidade, autonomia, privacidade, transparência e impacto social. Avaliação crítica de soluções sob critérios de inclusão e justiça, evitando reducionismos e “acessibilidade performática”.