Pós-Graduação

UX/UI Design e Produtos Digitais

Modalidade

100% EAD

Início das aulas

01/07/2026

Duração

12 Meses

Carga horária

360 Horas

Se formou na Belas Artes?

Usando o cupom BAWEEK

Condições já aplicadas na tabela abaixo. Aproveite, pois é por tempo limitado!

Valor do curso R$12.000,00*
Matrícula R$500,00* e o restante de acordo com o plano escolhido
OpçãoParcelas Mensais e ConsecutivasParcela a ser pagaValor Final
A24R$ 479,17*R$ 11.500,00*
B18R$ 638,89*R$ 11.500,00*
C12R$ 958,33*R$ 11.500,00*
DÀ vistaR$ 11.500,00*R$ 11.500,00*

*Valores referentes ao 1º semestre de 2026 (sujeito a alteração)

*Datas e horários sujeitos a alterações por conta de feriados e recessos. Consulte o calendário na íntegra aqui.

Sobre o curso

A Pós-graduação Lato Sensu EAD UX/UI Design e Produtos Digitais foi concebida para formar profissionais capazes de atuar na concepção, qualificação e avaliação de produtos digitais com rigor, consistência e responsabilidade. Em um contexto em que plataformas e serviços digitais estruturam trabalho, consumo, educação e vida cotidiana, a qualidade da experiência deixou de ser diferencial estético e passou a ser requisito estratégico: clareza, confiança, acessibilidade, coerência e continuidade influenciam adoção, permanência e reputação.

OBJETIVOS DO CURSO

Formar profissionais capazes de compreender, integrar e avaliar decisões de UX/UI e design de produtos digitais, articulando pesquisa com usuários, critérios de usabilidade e acessibilidade, interface, prototipagem, consistência por design system e visão de experiência no tempo, com base em método, evidência e responsabilidade.

A quem se destina

Indicado para:

  • Profissionais e recém-formados que desejam atuar em UX/UI e produto digital;
  • Designers de interface e profissionais de design gráfico que buscam migração para produtos digitais com base conceitual;
  • Profissionais de tecnologia e produto (gestão, análise, desenvolvimento) que desejam fortalecer leitura de usuário e critérios de experiência;
  • Profissionais de inovação e transformação digital;
  • Profissionais de áreas de serviços e CX que atuam com jornadas digitais e desejam ampliar repertório para UX/UI;
  • Empreendedores e gestores de negócios digitais que buscam qualificar experiência e consistência de produto.

Usando o cupom BAWEEK

Condições já aplicadas na tabela abaixo. Aproveite, pois é por tempo limitado!

Valor do curso R$12.000,00*
Matrícula R$500,00* e o restante de acordo com o plano escolhido
OpçãoParcelas Mensais e ConsecutivasParcela a ser pagaValor Final
A24R$ 479,17*R$ 11.500,00*
B18R$ 638,89*R$ 11.500,00*
C12R$ 958,33*R$ 11.500,00*
DÀ vistaR$ 11.500,00*R$ 11.500,00*

*Valores referentes ao 1º semestre de 2026 (sujeito a alteração)

DISCIPLINAS

DISCIPLINASHORAS

Raízes da criação e inovação. A narrativa da inovação. Dinâmicas culturais da inovação e do risco. Gestão de empreendimentos na Economia Criativa. Resiliência e inovação: aprendizagem, adaptação e o fracasso. Conceitos fundamentais de empreendedorismo. Impacto das novas tecnologias e as tendências do mercado, com foco na sustentabilidade e no impacto social dos negócios. Empreender com criatividade, intuição e ética em um mundo algorítmico.
Fundamentos da liderança contemporânea. Modelos de Taylor e Fayol. Desenvolvimento de equipes. dinâmica de grupos e estágios de Tuckman.Comunicação estratégica e interpessoal como cultura de alto desempenho. Escuta ativa, storytelling, feedback contínuo, coaching, mentoring e políticas de flexibilidade. Fontes de conflito. Mediação e negociação colaborativa. Métodos participativos de decisão. Liderança orientada a dados em contextos híbridos e remotos. Indicadores de produtividade (KPIs, OKRs, eNPS). Dashboards de people analytics. Saúde mental e práticas de reconhecimento por impacto como motores de melhoria contínua e performance sustentável.
Formulação de problemas de pesquisa. Ciclo científico e paradigma da pesquisa aplicada. Fundamentos filosóficos e epistemológicos. Stakeholders e delimitação semântica do problema. Estratégias de busca e revisão de literatura. Gestão e normalização de referências. Delineamentos de pesquisa (quantitativos, qualitativos, métodos mistos). Amostragem. Construção e adaptação de instrumentos. Validação, confiabilidade e ética em pesquisa. Protocolos de coleta de dados. Análise estatística e análise qualitativa. Visualização, interpretação e narrativa de dados. Estruturação do Projeto Integrado.
Estudo dos fundamentos conceituais de wireframes e prototipagem como linguagens de pensamento, comunicação e redução de risco em design de interfaces, produtos e serviços digitais. Diferenças entre wireframe, mockup e protótipo; níveis de fidelidade (baixa, média e alta) e critérios de escolha conforme objetivo (explorar, alinhar, explicar, avaliar). Estruturação de fluxos e tarefas: objetivos do usuário, sequência de ações, estados do sistema e pontos de decisão. Arquitetura de tela: hierarquia de informação, padrões de interface, navegação e consistência. Prototipagem como simulação de interação: feedback, previsibilidade, prevenção de erro e clareza. Noções de prototipagem para diferentes propósitos (comunicação interna, validação conceitual, alinhamento com stakeholders, avaliação de usabilidade), sem enfoque operacional em software. Acessibilidade e inclusão como critérios desde o wireframe (legibilidade, estrutura, estados, linguagem). Ética e responsabilidade: evitar manipulação, dark patterns e promessas visuais enganosas. Avaliação crítica de wireframes e protótipos com base em critérios de clareza, coerência, esforço e confiança.
Estudo dos fundamentos conceituais do User Experience (UX) Design como campo que integra necessidades humanas, contexto de uso, interação e qualidade percebida em produtos e serviços digitais (e híbridos). Conceitos essenciais: experiência, usabilidade, utilidade, acessibilidade, desejabilidade, confiança e valor. Noções de cognição aplicada: atenção, memória, carga cognitiva, modelos mentais, aprendizado e tomada de decisão. Princípios de design centrado no humano: compreensão de usuários, jornadas, tarefas e pontos de atrito; definição de problemas; critérios de qualidade e trade-offs. Arquitetura da informação e princípios de interação: hierarquia, navegação, consistência, feedback, prevenção de erro e clareza. Heurísticas e critérios de avaliação de interfaces, em nível conceitual, com foco em argumentos e diagnóstico. Acessibilidade e inclusão como requisitos estruturais e éticos. Evidência e mensuração em nível conceitual: indicadores de qualidade, limites de interpretação e vieses. Ética e responsabilidade: privacidade, transparência, persuasão e prevenção de padrões manipulativos. Análise crítica de casos e construção de critérios para decisões de UX em contextos reais.
Estudo dos fundamentos conceituais do UI Design (User Interface Design) como campo responsável por organizar informação, orientar ação e construir qualidade percebida por meio de hierarquia visual, padrões de interface e consistência. Diferenças e complementaridades entre UX e UI: UI como linguagem de superfície e comportamento; UX como experiência ao longo do tempo. Princípios de design visual aplicados à interface: hierarquia, contraste, alinhamento, proximidade, repetição, grid (noções), tipografia e cor, com foco em legibilidade e clareza. Componentes e padrões: botões, campos, navegação, listas, cards, tabelas e estados do sistema (erro, vazio, carregamento), entendidos como sistema de regras e não como “peças isoladas”. Design de interação em nível conceitual: feedback, previsibilidade, consistência, affordances (noções), prevenção e recuperação de erro. Responsividade e contextos de uso: mobile-first, leitura rápida, toque, atenção fragmentada. Acessibilidade e inclusão como requisitos estruturais (contraste, tamanho, redundância de sinais, linguagem). Microinterações (noções) e motion funcional para orientar, confirmar e reduzir incerteza. Ética e integridade: transparência, consentimento, privacidade e prevenção de padrões manipulativos. Avaliação crítica de interfaces por heurísticas e critérios de qualidade.
Estudo dos fundamentos conceituais e críticos da pesquisa com usuários como abordagem para compreender necessidades, contextos, comportamentos e percepções que orientam decisões em design de produtos, serviços e experiências. Diferenças entre pesquisa exploratória, descritiva e avaliativa; qualitativa e quantitativa; e entre evidência, hipótese e opinião. Planejamento de pesquisa em nível conceitual: objetivos, perguntas, recorte, amostragem (noções), ética e riscos. Técnicas qualitativas: entrevistas, observação, diário e grupos (noções), com ênfase em vieses, condução e qualidade do dado. Técnicas quantitativas: surveys, indicadores comportamentais e experimentos simples (noções), com limitações de interpretação e risco de causalidade indevida. Análise e síntese: padrões, temas, insights, triangulação e transformação de achados em implicações de decisão (sem prescrever execução). Comunicação de pesquisa: clareza, narrativa, evidência e recomendação responsável; limites e incertezas. Ética e responsabilidade: consentimento, privacidade, vulnerabilidade, não manipulação e transparência. Avaliação crítica de pesquisas e decisões baseadas em dados, com ênfase em integridade metodológica.
Estudo dos fundamentos conceituais e críticos do Design de Produtos Digitais como campo que integra necessidades humanas, estratégia, experiência do usuário, informação, interação e governança do produto ao longo do tempo. Conceitos de produto digital, proposta de valor, público, contexto de uso e qualidade percebida. Princípios de design centrado no humano: problemas, jornadas, modelos mentais e critérios de sucesso. Arquitetura da informação e design de interação: hierarquia, navegação, consistência, feedback, prevenção de erro e clareza. Noções de pesquisa e evidência em nível conceitual (qualitativa e quantitativa), com leitura crítica de dados, métricas e vieses. Padrões e sistemas de design: consistência, escalabilidade e coerência entre componentes. Acessibilidade e inclusão como requisitos estruturais do produto. Ética e responsabilidade: privacidade, segurança, persuasão, dark patterns, transparência e impactos sociais. Avaliação crítica de produtos digitais e tomada de decisão fundamentada, considerando trade-offs entre experiência, negócio e restrições técnicas/organizacionais.
Estudo dos fundamentos conceituais e críticos de Design Systems como abordagem para garantir consistência, qualidade e escalabilidade de experiências digitais por meio de princípios, padrões, linguagem visual e governança. Conceitos essenciais: sistema, componentes, padrões, tokens (noções), guidelines, consistência e variação controlada. Relação entre identidade visual, design de interação e arquitetura da informação no contexto sistêmico. Estrutura conceitual de um design system: fundamentos (cor, tipografia, espaçamento), componentes (botões, campos, navegação), padrões (formulários, estados, feedback) e orientações de uso. Acessibilidade e inclusão como requisitos estruturais do sistema, não como ajustes finais. Integração organizacional: colaboração entre design, produto, conteúdo e tecnologia; alinhamento de critérios e tomada de decisão. Governança: papéis, responsabilidades, processo de mudança, versionamento (noções) e prevenção de fragmentação. Métricas e sinais de maturidade: consistência percebida, redução de retrabalho, qualidade, velocidade com segurança e redução de erros. Ética e responsabilidade: padrões que evitam manipulação, reforçam transparência e protegem o usuário. Análise crítica de casos e construção de critérios para avaliação e evolução de design systems em contextos reais.
Estudo dos fundamentos conceituais de usabilidade e acessibilidade como dimensões essenciais da qualidade de produtos, serviços e experiências digitais. Conceitos e distinções: usabilidade (eficácia, eficiência e satisfação), acessibilidade (remover barreiras para diferentes capacidades) e inclusão (ampliar condições reais de uso). Critérios de qualidade percebida: clareza, previsibilidade, confiança, esforço e prevenção de erro. Princípios e heurísticas de usabilidade (noções) como base para diagnóstico e tomada de decisão: consistência, visibilidade de estado, correspondência com linguagem do usuário, controle, prevenção/recuperação de erro, reconhecimento versus lembrança e minimalismo informacional. Barreiras e necessidades em diferentes dimensões: visuais, auditivas, motoras, cognitivas e contextuais (pressa, estresse, baixa conexão). Noções de diretrizes de acessibilidade (ex.: WCAG como referência) sem operacionalização técnica, focando em critérios interpretáveis: contraste, legibilidade, estrutura, navegação por teclado (noções), foco, textos alternativos (noções), mensagens claras e redundância de sinais. Relação entre acessibilidade e UX/UI: como decisões de conteúdo, componentes e estados impactam inclusão. Ética e responsabilidade: dignidade, autonomia, privacidade e prevenção de padrões manipulativos que aumentam vulnerabilidade. Avaliação crítica de interfaces e experiências por critérios de usabilidade e acessibilidade, com justificativas e limites.
Estudo dos fundamentos conceituais e críticos do Design de Experiência como campo que articula percepção, cognição, emoção, comportamento e contexto na relação entre pessoas e sistemas (produtos, serviços, ambientes e interfaces). Conceitos de experiência, usabilidade, utilidade, desejabilidade, valor percebido e qualidade percebida. Perspectivas centradas no humano: necessidades, motivações, expectativas, modelos mentais e jornada. Arquitetura da experiência em múltiplos pontos de contato (touchpoints): consistência, coerência e continuidade ao longo do tempo. Noções de pesquisa e evidência em nível conceitual (qualitativa e quantitativa) para compreender usuários e avaliar hipóteses, com ênfase em leitura crítica de dados e limites de inferência. Princípios de desenho de interação e informação: hierarquia, feedback, controle, previsibilidade, acessibilidade e inclusão. Avaliação crítica de experiências e dilemas éticos: privacidade, persuasão, vício, vieses, manipulação, dark patterns e responsabilidade social. Integração com estratégia e negócio: proposta de valor, satisfação, confiança, fidelização e reputação. Análise de casos e construção de critérios para decisões consistentes em diferentes contextos (digital, serviços e espaços).
Estudo dos fundamentos conceituais e críticos do Design de Realidade Virtual como campo que integra presença, percepção, interação e narrativa espacial em experiências imersivas. Conceitos centrais: imersão, presença, agência, embodiment, atenção e memória em ambientes virtuais. Particularidades do design espacial em VR: escala, orientação, legibilidade do ambiente, composição tridimensional e condução do olhar. Princípios de interação imersiva: affordances, feedback multissensorial, manipulação de objetos, locomoção, ergonomia e conforto. Noções de UX em VR: onboarding, carga cognitiva, prevenção de erro e consistência. Considerações de saúde e segurança: cinetose/motion sickness, fadiga, limites físicos e cuidados com estímulos. Acessibilidade e inclusão em experiências imersivas, reconhecendo diversidade sensorial e motora. Tipos de aplicações (educação, treinamento, cultura, varejo, saúde, entretenimento) e critérios de adequação. Ética e responsabilidade: privacidade biométrica, coleta de dados, persuasão, impactos psicológicos e limites de realismo. Avaliação crítica de experiências VR e construção de critérios para decisões consistentes de design.

** As disciplinas optativas garantem um enriquecimento de conhecimento e currículo ao aluno que, além das disciplinas obrigatórias, irá optar por mais 2 disciplinas de outros cursos da Pós-Graduação.

carga horária: 360 horas

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Carga horária

360 Horas

Duração

12 Meses

Modalidade

100% EAD

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