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Como a Belas Artes se tornou especialista na formação de profissionais da Economia Criativa?

Hoje, 23 de setembro, a BA celebra 96 anos!

Publicado em 23/09/2021

Oficialmente fundada em 23 de setembro de 1925 — enquanto empresas, profissionais e projetos migravam para São Paulo a fim de expandir negócios —, a Belas Artes ganhou, logo no início de sua história, um fator de engajamento principal que permeia a arte: a criatividade.

 

Além da história atrelada ao fundador e seus apoiadores — em sua maioria artistas —, cada novo ciclo tornava mais claro o objetivo de movimentar a economia a partir da criatividade. Hoje, chamamos isso de Economia Criativa, e somos especialistas!

 

Como chegamos até aqui?

 

A Economia Criativa é sustentada por um conjunto de ações que valorizam não somente o capital intelectual do indivíduo, mas também o capital cultural presente em sua arte, projeto, produto ou serviço. 

A Economia Criativa pode ser incentivada pelas instituições de ensino, sustentada pelo mercado e propagada pelos próprios artistas. Ótimos exemplos são os cursos de Graduação da Belas Artes.

Os alunos não são formados única e exclusivamente para que sejam artistas e profissionais incríveis, com muitas técnicas e processos. A formação contempla também a necessidade de lidar com um mercado criativo em constante expansão, incluindo responsabilidades como gerir a própria carreira. Para isso, tornaram-se necessárias disciplinas como Empreendedorismo, Legislação e Ética, competências que não são puramente mercadológicas, mas fazem toda a diferença.

É pensando de forma ampla que conseguimos visualizar o mercado e suas necessidades de profissionais para, assim, entregar uma educação de excelência que supra essas necessidades e preserve a essência da carreira escolhida.

Mercado em expansão e profissionais que sabem acompanhar este crescimento

Além dos artistas visuais, a lista de profissionais da economia criativa formados pela Belas Artes só aumenta: hoje temos graduações em Design de Games, Gráfico, de Moda e de Produto, e também são contempladas as áreas de Publicidade e Produção Publicitária, Música, Produção Cultural e muito mais.

Enquanto formamos com excelência os profissionais da arte, não alimentamos somente um mercado saudável como o da Economia Criativa, mas nos tornamos grandes responsáveis pela valorização do que está além da casca profissional, do diploma, da teoria e da técnica: valorizamos o “eu” criativo de cada um.

Aos alunos, professores, colaboradores e toda comunidade febaspiana, nosso muito obrigada. A história da Belas Artes é uma jornada que compartilha experiências, inovação e muito conhecimento, mas a criatividade está junto de cada um que faz parte deste time.

#BA96

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