Relações Internacionais

Nota do MEC: MB* (nota máxima)

* Antigo Indicador atribuído pelo MEC até o ano de 2007

Se você acompanha a internacionalização de empresas como a Natura e se interessa pela crescente importância do Brasil no mundo, o curso de Relações Internacionais da Belas Artes tem a sua cara: o profissional formado pela instituição pode atuar nas áreas de diplomacia e/ou negócios, de acordo com seu interesse e perfil.

O curso tem ênfase na Geopolítica (foco na integração latino-americana, política/negociações internacionais e Tratados e Convenções Internacionais) e está intimamente integrado à área artístico-cultural para compreensão do contexto global contemporâneo. Para que o profissional formado pela Belas Artes possa atuar no desenvolvimento harmônico das relações internacionais, o curso foi concebido para promover a interdisciplinaridade entre a economia e a filosofia política, a história diplomática e o direito internacional.

Avaliado em 2013, o curso foi considerado acima dos referenciais de qualidade pelo Ministério da Educação. Além disso, conta com um corpo docente exclusivamente de Mestres e Doutores e faz parte do Criar+, um núcleo de atividades em que diversos alunos trabalham em projetos orientados por professores, atendendo também clientes reais.

Quatro filmes essenciais para quem deseja fazer o curso de Relações Internacionais são Babel (2006), O Jardineiro Fiel (2005), O Julgamento de Nuremberg (1961) e A Soma de Todos os Medos (2002). Algumas leituras recomendadas são Freakonomics, de Stephen Dubner e Steven Levitt, e História da paz: os tratados que desenharam o planeta, organizado por Deméttrio Magnoli.

São Paulo concentra grande parte do PIB brasileiro e é a cidade que reúne a maior parte das empresas e indústrias em processo de internacionalização, o que proporciona um grande número de empregos nessa área.

Em linhas gerais, considera-se que o profissional de relações internacionais pode atuar em três diferentes áreas. Em primeiro lugar, temos a sua atuação no governo, ou setor público, em órgãos como os responsáveis pela diplomacia, caso do Ministério das Relações Exteriores, outros ministérios, agências públicas, governos estaduais e municipais. Uma segunda área de atuação do internacionalista é a academia, em cursos de graduação, pós-graduação e centros de pesquisa. Por último, o analista internacional pode atuar no setor privado, onde as chances de emprego crescem a cada dia. Nesse último caso, o desafio para as instituições de ensino que formam esses profissionais é saber conciliar o conhecimento teórico com as informações técnicas de que os futuros profissionais irão precisar.

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